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  • O Monumento da Boavista
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O Monumento da Boavista

29 €
  • REF: 0112492

O processo de concretização do monumento comemorativo da Guerra Peninsular do Porto, acompanhou a primeira metade do século XX da vida artística, social e política portuguesa, desde o momento do anúncio da decisão de o erigir, em 1908, até à sua inauguração, em 1952. Apesar de os longos processos de construção deste tipo de obra pública não constituírem uma situação rara, nenhum outro demorou tanto tempo. Estando as questões de natureza teórica e prática levantadas por essa circunstância na base deste estudo, uma dimensão muito particular lhe é acrescentada pela documentação eminentemente pessoal preservada no arquivo da Fundação Instituto Marques da Silva. Das cartas, cadernos de apontamentos, fotografias e desenhos trocados entre o jovem escultor Alves de Sousa, na época pensionista do Estado em Paris, e o arquitecto Marques da Silva, emerge o cenário complexo que contextualiza, com raro detalhe, o processo de concepção e construção do monumento. O presente estudo, da autoria de Lúcia Almeida Matos, identifica duas fases deste processo: a primeira, protagonizada pelos dois autores do projecto vencedor do concurso e a Comissão das Comemorações do Centenário da Guerra Peninsular, responsável pela gestão do projecto, e a segunda, após a morte do escultor Alves de Sousa e já com a Câmara Municipal do Porto como dono da obra, em que o arquitecto Marques da Silva desempenha papel decisivo na concretização do monumento que, no entanto, não chega a ver finalizado.

Editora Fundação Instituto Arquitecto José Marques da Silva | Edições Afrontamento
Encadernação Brochado
Nº edição 1ª Edição
Ano de edição 2012
Dimensões 240 x 270mm
Nº de páginas 208
ISBN 978-972-99852-9-4

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